Petista vence em todos os cenários de segundo turno e mantém vantagem sobre nomes da direita e do centro
A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada hoje (13), confirma o ex-presidente Lula como o líder isolado em todas as simulações para a eleição de 2026. O petista vence todos os adversários testados em cenários de primeiro e segundo turnos, mantendo uma dianteira constante sobre nomes da direita e do centro.
No principal confronto, Lula aparece com 42% das intenções de voto, contra 39% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue inelegível e condenado por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em 2022, além da condenação a mais de 27 anos de prisão por tentar um golpe de Estado. Mesmo com a margem apertada, o petista preserva a liderança e consolida vantagem dentro do intervalo de erro da pesquisa.

Vantagem – Nas simulações com outros candidatos, o desempenho de Lula é ainda mais sólido. Ele vence o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) por 41% a 36%, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) por 44% a 35%, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) por 43% a 33% e o (PSDB) governador mineiro Romeu Zema (Novo) por 43% a 36%. Contra o ex-ministro Ciro Gomes, o placar é 38% a 33%, e frente ao governador gaúcho Eduardo Leite (PSD), 41% a 28%.
Aberto – A Genial/Quaest mostra também que 73% dos eleitores ainda não escolheram candidato — o índice mais alto desde o início de 2025. Na pergunta espontânea, Lula é citado por 14% dos entrevistados, enquanto Bolsonaro aparece com 6%, seguido de nomes como Tarcísio, Michelle e Zema, todos abaixo de 2%.
Mesmo liderando, Lula enfrenta rejeição de 53%, o que reflete o cansaço do eleitorado com a polarização. Bolsonaro, por sua vez, acumula 60% de rejeição, e dois terços dos eleitores de direita preferem que ele apoie outro candidato em vez de tentar concorrer novamente.
Tendência – O levantamento indica que a força de Lula está concentrada nas faixas de baixa renda e no Nordeste, onde ele atinge 37% de preferência espontânea. Já nas Regiões Sudeste e Sul cresce o desejo por “um nome nem ligado a Lula nem a Bolsonaro”, opção escolhida por 24% dos entrevistados.
Fotos: Ricardo Stuckert/PR















