Além das mostras competitivas, que são oito, vão rolar ainda outras duas não competitivas, dedicadas aos filmes locais e aos com acessibilidade. Eu já vi alguns dos curtas feitos em Caruaru e posso dizer que tem muita coisa boa.
Segundo o diretor do festival, Edvaldo Santos, o processo de escolha dos filmes participantes foi trabalhoso por causa da quantidade. “Mas nós sempre temos a preocupação de garantir o espaço para a programação local do cinema feito no interior”, enfatiza ele. Na Mostra Agreste, são oito filmes e na Caruaru, quatro.
PS: o Festival de Caruaru tem um lugar afetivo na minha vida. Em 2018, quando a mostra ainda aceitava longas, o documentário Pesado – Que Som É Esse Que Vem de Pernambuco?, que tem roteiro meu, recebeu menção honrosa.















