Festival de Cinema de Caruaru celebra curtas no Teatro João Lyra Filho em agosto

Além das mostras competitivas, que são oito, vão rolar ainda outras duas não competitivas, dedicadas aos filmes locais e aos com acessibilidade. Eu já vi alguns dos curtas feitos em Caruaru e posso dizer que tem muita coisa boa.

Segundo o diretor do festival, Edvaldo Santos, o processo de escolha dos filmes participantes foi trabalhoso por causa da quantidade. “Mas nós sempre temos a preocupação de garantir o espaço para a programação local do cinema feito no interior”, enfatiza ele. Na Mostra Agreste, são oito filmes e na Caruaru, quatro. 

PS: o Festival de Caruaru tem um lugar afetivo na minha vida. Em 2018, quando a mostra ainda aceitava longas, o documentário Pesado – Que Som É Esse Que Vem de Pernambuco?, que tem roteiro meu, recebeu menção honrosa.

Wilfred Gadêlha

Nascido em Goiana-PE no período pleistoceno, Wilfred Gadêlha é formado em jornalismo pela UFPE. Atuou em vários veículos como repórter e editor, é geminiano, metaleiro e metido a cantor. Já escreveu livros, apresentou programa de rádio e dirige e roteiriza documentários que ninguém viu. Também foi secretário de Comunicação na terra-natal e em São Lourenço da Mata e fez várias campanhas - algumas perdeu e outras ganhou.

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