Botando quente
Político adora um palco – não pra cantar, mas pra aparecer. A Constituição até tenta segurar a empolgação com palavrinhas bonitas como “impessoalidade” e “moralidade”, mas na prática a farra corre solta. Basta lembrar dos vexames em Belo Jardim e Gravatá, com direito até a quadrilha dançada pela governadora. Enquanto o povo quer forró, ganha discurso. Milhões são investidos na cultura, mas quem brilha é prefeito querendo selfie. Palco é de artista – político que vá procurar o dele em outro canto, de preferência bem longe.







