Wilfred Gadêlha

A hora de riscar a peixeira no chão chegou

Parece que agora vai. Lula cansou de apanhar e entendeu que conciliação com essa gente rende só rasteira. Kassab com três ministros joga charme pra Tarcísio, União Brasil acena pra Caiado, o PP de Fufuca aparece na TV com Ciro Nogueira detonando o governo. Foi preciso Haddad, Pimenta, Boulos e Erica gritarem que acabou a palhaçada. Lula vestiu o gibão - e o povo quer 22 de novo, não paz e amor.

Gambiarra tem prazo de validade (ou olha a ciumeira vindo aí, gente!!!)

A governadora Raquel Lyra fez uma reforma no secretariado que mais pareceu um esquenta pra 2026. Daniel Coelho, boi de piranha em 2024, ganhou a Secretaria do Meio Ambiente. Já André Teixeira, o primo gente boa, foi promovido a titular da Mobilidade – até abril, claro. Os dois são pré-candidatos, então a “reforma” tem prazo de validade e cheiro de gambiarra. Vai ter cargo, palanque e, claro, muita ciumeira pela frente.

José Mariano não merece uma vergonha dessas

O vereador da extrema-direita fez seu showzinho de sempre, barulhento e vazio de conteúdo. Vive de factoides, intimidação e lógica de ponta-cabeça. Tudo isso dentro da Casa José Mariano, que ironicamente leva o nome de um defensor da liberdade real. Clamam por liberdade de expressão, mas só pra eles: quando são contrariados, correm pro Estado que dizem odiar. E não, ficar calado não resolve: o silêncio é adubo pra esse tipo de erva daninha.

Seria uma ótima notícia, mas não é…

A propaganda de Raquel Lyra insiste que os homicídios estão em queda há 13 meses, mas os números da própria SDS mostram que isso não é verdade. O discurso não se sustenta nem com boa vontade. O prefeito do Cabo, Lula Cabral, mesmo sendo oposição, foi pessoalmente ao Palácio das Princesas pedir a Força Nacional. Raquel o recebeu... só pra dizer não, ao vivo e em cores. E tudo isso com 2026 no retrovisor.

Uma foto e (quase) todas as camadas que ela tem

Uma foto de bastidores juninos reúne Miguel Coelho, Marília Arraes e Silvio Costa Filho — três nomes de peso que miram o Senado em 2026. Mais que um registro casual, a imagem escancara a disputa por duas vagas na chapa majoritária de João Campos, candidato óbvio ao governo. No centro do jogo, um personagem ausente: Humberto Costa, apadrinhado por Lula e cada vez mais dado como nome certo na composição. Com peças demais no tabuleiro, fica a dúvida: quem entra, quem dança e quem vai espernear se ficar de fora?

Top 10 Piores Momentos Depoimentos no STF

O texto reúne os 10 momentos mais constrangedores, bizarros ou politicamente reveladores dos depoimentos prestados ao Supremo Tribunal Federal. De silêncios suspeitos a frases infames, a lista expõe como alguns dos principais personagens da política brasileira tropeçam quando a toga está na frente e o verbo é "prestar contas". Um desfile de negacionismo, cinismo e atuação ruim — com muito conteúdo para rir, chorar ou se indignar.

Raquel liga, Álvaro atende (no viva-voz, claro): deu em nada — ou em tu..tu..tu

Raquel Lyra tenta, discretamente, costurar um acordo com Álvaro Porto — usando o celular de Priscila Krause, porque do dela ele não atenderia. Mas o que deveria ser uma conversa institucional vira uma chamada cruzada, cheia de desconfiança, farpas e viva-voz dos dois lados. Ninguém cede, todo mundo se escuta demais (inclusive terceiros) e Pernambuco segue no modo espera. A política estadual, mais uma vez, imita o teatro — e o final? Um sonoro tu..tu..tu.

Pacovan cheio, plenário vazio: a guerra Raquel x Alepe virou prejuízo pra Pernambuco

A crise entre o governo Raquel Lyra e a oposição na Alepe ultrapassou os limites do jogo político e virou prejuízo concreto para a população. O endurecimento da oposição, liderada por Álvaro Porto, travou votações cruciais — inclusive o reajuste dos professores. Enquanto o governo faz manobras e a oposição arrocha, o embate vira incêndio institucional alimentado por vaidades e cálculo eleitoral. Pernambuco é quem paga a conta.

Coincidência demais até pra teoria da conspiração: Ramagem, INSS e o silêncio da PF de Bolsonaro

O escândalo das fraudes no INSS ganha contornos suspeitos quando se resgata a cronologia de 2020: a denúncia de um servidor caiu no colo da Polícia Federal sob comando de aliados de Ramagem — então diretor da Abin e braço da família Bolsonaro. Nada foi investigado. A troca de comando na PF, a blindagem do STF contra a nomeação de Ramagem, as conexões com o 8 de Janeiro e os “prêmios” subsequentes a nomes-chave compõem um enredo em que tudo parece coincidência demais. E no centro da confusão, o hoje réu Alexandre Ramagem.
1 23 24 25 26

® O Fervo. Botando Quente. Todos os direitos reservados.