Raquel liga, Álvaro atende (no viva-voz, claro): deu em nada — ou em tu..tu..tu
Raquel Lyra tenta, discretamente, costurar um acordo com Álvaro Porto — usando o celular de Priscila Krause, porque do dela ele não atenderia. Mas o que deveria ser uma conversa institucional vira uma chamada cruzada, cheia de desconfiança, farpas e viva-voz dos dois lados. Ninguém cede, todo mundo se escuta demais (inclusive terceiros) e Pernambuco segue no modo espera. A política estadual, mais uma vez, imita o teatro — e o final? Um sonoro tu..tu..tu.










